Mês: janeiro 2026
Tendências de marketing 2026: estratégias, canais e crescimento
O marketing entra em 2026 com menos espaço para apostas intuitivas e mais pressão por decisões sustentáveis. O cenário econômico segue exigente, o custo de aquisição continua alto e a atenção do consumidor está cada vez mais fragmentada. Nesse contexto, crescer deixou de ser apenas uma questão de escalar canais e passou a ser um exercício constante de priorização estratégica.
2026 não será o ano de testar tudo, mas sim de escolher melhor, conectar dados, canais e mensagens e transformar inteligência em vantagem competitiva real.
As tendências de marketing para 2026 refletem exatamente esse movimento. Não apontam para rupturas radicais, mas para uma maturidade operacional que separa marcas eficientes de marcas apenas barulhentas.
Quer saber mais sobre as projeções para esse ano? Leia o artigo completo!
Quais são as principais tendências de marketing para 2026?
Quando falamos em tendências de marketing 2026, não estamos falando apenas de ferramentas ou formatos, mas de mudanças claras na forma como o marketing se organiza, mede resultados e se posiciona dentro das empresas.
Como, por exemplo:
Marketing orientado a eficiência e impacto real
Em 2026, métricas de vaidade perdem ainda mais espaço. Cresce a pressão por indicadores que conectem marketing a resultado de negócio. CAC, LTV, payback e eficiência incremental deixam de ser assuntos restritos a áreas financeiras e passam a fazer parte da rotina dos times de marketing.
Essa tendência força uma mudança importante: campanhas não são mais avaliadas apenas pelo desempenho isolado, mas pelo impacto no ecossistema todo. O foco sai do canal e vai para o efeito combinado das ações.
Inteligência artificial como base operacional
A inteligência artificial deixa de ser novidade e passa a ser infraestrutura. Em 2026, ela atua de forma silenciosa, apoiando análises preditivas, segmentações mais refinadas, otimização de campanhas e até priorização de esforços de conteúdo.
O diferencial competitivo não está no uso da IA em si, mas na capacidade de orquestrar bem essas tecnologias dentro da estratégia, conectando dados, criatividade e execução.
Marketing de conteúdo mais profundo e estratégico
O marketing de conteúdo entra em uma fase mais madura. A lógica de volume perde força e abre espaço para conteúdos mais densos, bem distribuídos e alinhados à jornada real do público.
Em 2026, conteúdo relevante é aquele que:
- Responde dúvidas reais;
- Sustenta posicionamento de marca;
- Apoia decisões de compra;
- Alimenta SEO, mídia paga e CRM de forma integrada.
Conteúdo deixa de ser apenas atração e passa a ser ativo estratégico de longo prazo.
Comunicação integrada como prática operacional
A comunicação integrada deixa de ser discurso e se torna prática obrigatória. Em um cenário onde o consumidor transita entre canais com naturalidade, marcas que não integram mensagens, dados e objetivos pagam o preço em ineficiência.
Em 2026, comunicação integrada significa alinhar propaganda, branding, performance, conteúdo, SEO e mídia paga sob uma mesma lógica estratégica, com dados compartilhados e decisões coordenadas.
Segmentos em alta para marketing em 2026
Nem todos os mercados sentem as tendências da mesma forma. Alguns segmentos entram em 2026 com maior demanda por estratégias de marketing mais sofisticadas e integradas.
Quer saber quais são esses segmentos? Separamos alguns deles!
B2B orientado a growth marketing
O marketing B2B passa por uma transformação estrutural. O modelo excessivamente institucional perde espaço para estratégias orientadas a geração de demanda, educação de mercado e suporte direto ao time comercial.
Em 2026, empresas B2B investem mais em:
- Marketing de conteúdo técnico e aprofundado;
- SEO como canal estruturante;
- Integração entre marketing, vendas e customer success.
Growth marketing deixa de ser exclusividade do B2C e se consolida no B2B como abordagem estratégica.
E-commerce focado em retenção e marca
O e-commerce entra em 2026 mais consciente dos limites da mídia paga como único motor de crescimento. O foco se desloca para retenção, recorrência e construção de marca como forma de reduzir dependência de canais pagos.
Marcas que equilibram mídia paga, SEO, conteúdo e relacionamento conseguem crescimento mais previsível e sustentável.
Serviços financeiros, saúde e educação digital
Setores regulados ganham protagonismo no marketing digital. O desafio não é apenas gerar leads, mas construir confiança, traduzir complexidade e educar o público.
Nesse cenário, marketing de conteúdo, SEO e comunicação integrada se tornam ainda mais relevantes para sustentar credibilidade e conversão.
Principais tendências de canais de aquisição para 2026
Em 2026, a conversa sobre canais de aquisição muda de nível. Não é mais “qual canal está performando melhor”, e sim “qual arquitetura de aquisição sustenta crescimento com previsibilidade”. A diferença parece sutil, mas muda tudo. Em vez de empilhar ações, o marketing passa a desenhar um sistema onde cada canal tem uma função clara, alimenta os outros e reduz desperdício ao longo do tempo.
O ponto central é este: canais deixam de ser peças soltas e passam a funcionar como engrenagens. SEO, mídia paga e marketing de conteúdo continuam sendo protagonistas, mas o que separa um time mediano de um time competitivo é a integração inteligente entre eles, com decisões guiadas por intenção, dados próprios e eficiência real.
SEO como infraestrutura de demanda
SEO em 2026 é menos sobre “ranquear” e mais sobre capturar, interpretar e estruturar demanda. Ele vira um radar contínuo do mercado. Mostra o que as pessoas estão tentando resolver, quais dúvidas aparecem antes da compra, quais objeções travam o funil e quais temas definem autoridade em cada categoria.
Quem trata SEO apenas como checklist técnico perde a principal vantagem do canal: a capacidade de gerar crescimento composto. A lógica vencedora é encarar SEO como infraestrutura de aquisição, com três frentes bem definidas.
A primeira é a inteligência de intenção. Mapear buscas por estágio do funil e por tipo de necessidade, separando o que é descoberta, comparação, decisão e pós compra. Isso orienta pauta de conteúdo, prioridades de produto e até posicionamento de marca.
A segunda é a experiência. Em 2026, não adianta atrair se a experiência derruba conversão. SEO conversa cada vez mais com páginas bem estruturadas, navegação clara, tempo de carregamento e conteúdo que resolve de verdade. O usuário não quer um artigo, quer uma resposta com confiança.
A terceira é a autoridade distribuída. Não basta uma página forte. O que performa é ecossistema como clusters, interligações internas inteligentes, páginas pilares que sustentam temas estratégicos e conteúdos satélites que capturam variações reais de busca. SEO vira arquitetura.
Mídia paga com foco em eficiência incremental e controle de desperdício
A mídia paga continua essencial em 2026, mas ela muda de papel. Ela deixa de ser o motor único e passa a ser um acelerador. Isso acontece porque o mercado já entendeu que escalar mídia sem inteligência não é crescimento, é dependência.
A lógica passa a ser eficiência incremental. Em vez de perguntar “quantas conversões tivemos”, o time começa a perguntar “quais conversões aconteceram por causa da mídia”. Isso puxa decisões mais sofisticadas e evita o erro clássico de investir pesado para capturar demanda que já existia.
Na prática, isso exige três mudanças.
A primeira é melhor leitura de funil. Nem toda campanha precisa otimizar para conversão final. Em muitos casos, faz mais sentido otimizar para sinais intermediários que indicam intenção real, como cadastro qualificado, simulação, pedido de demonstração ou avanço de etapa.
A segunda é criativo como variável de performance. Em 2026, boa parte do ganho em mídia paga vem de criatividade aplicada com método. Não é “trocar banner”, é testar ângulos, narrativas, provas e formatos com hipóteses claras. Criativo deixa de ser estética e vira mecanismo de eficiência.
A terceira é integração com dados próprios. Quanto mais caro fica o leilão, mais importante fica conhecer seu público de verdade. Isso significa trabalhar com CRM, listas, segmentações por comportamento, qualidade de lead e sinal de intenção. Mídia paga sem conversa com o resto do sistema vira gasto alto com pouca memória.
Marketing de conteúdo como ponte entre aquisição, conversão e retenção
Em 2026, marketing de conteúdo para de ser tratado como “topo de funil” e vira uma camada estratégica que atravessa a jornada inteira. O conteúdo que importa é o que reduz atrito. Ele antecipa objeções, educa o lead, dá contexto para decisão e ainda aumenta retenção depois da compra.
O conteúdo também muda de formato mental. Em vez de pensar em posts isolados, o marketing passa a pensar em ativos. Guias completos, páginas de comparação, glossários úteis, calculadoras simples, checklists operacionais, FAQs fortes e conteúdos de prova, como cases e bastidores de processo.
Conteúdo passa a cumprir funções claras:
- Atrair demanda qualificada com profundidade
- Aumentar taxa de conversão ao reduzir dúvidas
- Diminuir custo de mídia ao aumentar relevância e qualidade
- Melhorar retenção porque o cliente aprende a extrair mais valor
E aqui entra um ponto crítico: conteúdo e performance passam a operar juntos. O conteúdo alimenta a mídia com argumentos e criativos melhores. A mídia valida rapidamente temas e ângulos com dados. O SEO sustenta o que provou valor. Isso cria um ciclo virtuoso.
O que as tendências de marketing 2026 revelam sobre o futuro da área?
No fim das contas, as tendências de marketing 2026 apontam para um marketing mais responsável, mais inteligente e menos impulsivo. Crescer será menos sobre fazer mais e mais sobre fazer melhor.
Agora o desafio está em equilibrar visão estratégica com execução consistente, conectando dados, canais e mensagens em uma lógica única.
Marcas que entendem esse movimento saem na frente. As que insistem em operar de forma fragmentada sentem o impacto direto nos custos e na perda de relevância.
Quer saber mais sobre o mundo de marketing e publicidade e o que vai movimentar os próximos anos? Acompanhe o blog do Grupo OM!
Assuntos relacionados
Contato de Imprensa
Onde estamos
Member Get Member: como escalar aquisição com indicações
Se existe uma moeda cada vez mais valiosa no marketing contemporâneo, ela se chama confiança. Em um cenário onde anúncios disputam atenção a cada milissegundo, quem ganha espaço não é necessariamente quem grita mais alto, mas quem é indicado. É exatamente nesse ponto que o Member Get Member (MGM) deixa de ser apenas uma tática e passa a operar como motor de crescimento.
Para profissionais de growth marketing, analistas e times que atuam entre marketing e vendas, o MGM surge como uma resposta elegante a um problema clássico: como escalar aquisição mantendo qualidade, CAC saudável e taxas reais de conversão.
Neste conteúdo, vamos explicar o conceito de ponta a ponta, mostrar como ele funciona, apresentar exemplos aplicáveis e conectar o tema à realidade de empresas que contam com uma agência de marketing como parceira estratégica de crescimento.
Vamos juntos?
O que é Member Get Member?
Member Get Member é um modelo de aquisição baseado em indicação estruturada, no qual clientes, usuários ou parceiros são incentivados a trazer novos membros para a base da empresa. Em vez de depender exclusivamente de mídia paga ou outbound, o crescimento acontece a partir da própria comunidade.
Mas atenção: MGM não é “indique e ganhe” feito de forma improvisada. Ele é um programa de indicação desenhado com lógica de funil, incentivos claros e mensuração precisa. Quando bem executado, transforma clientes em embaixadores e experiências positivas em novas vendas.
O grande diferencial está no ponto de partida. Enquanto outras estratégias precisam criar confiança do zero, o Member Get Member herda a credibilidade de quem indica. Isso encurta o ciclo de decisão, reduz fricções e melhora indicadores críticos de marketing e vendas.
Como funciona o MGM?
O funcionamento do MGM pode ser simples na superfície, mas sofisticado na engrenagem. Em linhas gerais, ele segue quatro etapas centrais.
A primeira é a ativação do membro indicador. Aqui, a empresa identifica quem são os clientes mais engajados, satisfeitos ou estratégicos e cria uma proposta de valor clara para que eles participem do programa.
A segunda etapa envolve o convite estruturado. Esse convite pode acontecer por links personalizados, códigos únicos, landing pages dedicadas ou fluxos automatizados. O ponto-chave é remover qualquer atrito para quem indica e para quem é indicado.
Em seguida, entra a recompensa. Ela pode ser financeira, simbólica, experiencial ou funcional. O mais importante não é o valor absoluto, mas o alinhamento com o perfil do público e com o momento da jornada.
Por fim, temos a mensuração e otimização. Um bom programa de Member Get Member acompanha métricas como taxa de convite, taxa de conversão, CAC por indicação, LTV dos indicados e impacto no crescimento orgânico.
Quando marketing e vendas trabalham juntos nesse processo, o MGM deixa de ser uma ação isolada e passa a atuar como uma esteira previsível de aquisição qualificada.
4 exemplos de estratégias de Member Get Member
Antes de partir para os exemplos, vale reforçar um ponto essencial: não existe um único modelo de Member Get Member que funcione para todas as empresas. A força do MGM está justamente na sua capacidade de adaptação ao negócio, ao público e ao estágio de maturidade da estratégia de marketing e vendas.
Algumas empresas utilizam o programa de indicação como um acelerador de aquisição em momentos de crescimento agressivo. Outras enxergam o MGM como uma ferramenta de qualificação, priorizando menos volume e mais aderência ao perfil ideal de cliente. Há ainda quem integre o modelo à experiência do usuário, transformando a indicação em uma extensão natural da jornada.
O que muda de um cenário para outro é a combinação entre incentivo, timing e canal. Por isso, observar os cases de sucesso ajuda a entender como diferentes marcas traduzem o conceito de Member Get Member em ações concretas, mensuráveis e alinhadas aos seus objetivos de negócio.
Aqui, reunimos algumas estratégias que ilustram como o MGM pode ser aplicado de formas distintas, respeitando contextos, públicos e modelos de crescimento.
1. Indicação com benefício duplo
Um dos formatos mais conhecidos é aquele em que quem indica e quem é indicado ganham. Esse modelo reduz barreiras de entrada e aumenta a taxa de adesão. Ele funciona muito bem em SaaS, fintechs e plataformas de assinatura.
Um exemplo clássico vem da Dropbox, que escalou sua base oferecendo mais espaço tanto para o usuário que indicava quanto para o novo cadastrado. O incentivo era simples, mas perfeitamente alinhado ao valor do produto.
2. Programas escalonados por performance
Aqui, a lógica se aproxima de um jogo bem desenhado. Quanto mais indicações qualificadas o membro gera, melhores são os benefícios. Isso ativa gatilhos de progressão e pertencimento, comuns em estratégias de growth mais maduras.
Esse formato é especialmente interessante quando o ciclo de vendas é mais longo e o ticket médio mais alto, pois estimula recorrência na indicação.
3. Indicação como parte da experiência
Algumas marcas incorporam o MGM diretamente na jornada do usuário. Após uma experiência positiva, o convite para indicar surge quase como um passo natural. É o caso da Airbnb, que transformou o programa de indicação em parte do onboarding e do pós-uso.
Nesse cenário, o marketing não interrompe a experiência; ele a prolonga.
4. Programas B2B orientados a networking
No B2B, o Member Get Member pode assumir um papel ainda mais estratégico. Indicações entre pares, parceiros ou decisores geram leads com altíssimo nível de confiança inicial.
Quando bem estruturado, esse modelo fortalece posicionamento de marca, cria autoridade e aproxima marketing e vendas de uma lógica mais consultiva.
Como criar esse programa na sua empresa?
Criar um programa de Member Get Member eficiente exige mais do que boa vontade. Ele precisa de estratégia, tecnologia e alinhamento interno. O primeiro passo é definir objetivo claro. O foco é volume, qualidade, retenção ou expansão de mercado?
Depois, é essencial entender quem deve indicar. Nem todo cliente é um bom embaixador, e tudo bem. O segredo está em mapear perfis com alto NPS, engajamento recorrente ou histórico positivo de relacionamento.
Na sequência, entra a construção da proposta de valor do programa. O incentivo precisa fazer sentido para o público e para o modelo de negócio. Recompensas genéricas tendem a gerar resultados genéricos.
Outro ponto crítico é a infraestrutura de acompanhamento. Links rastreáveis, CRM integrado, automações e dashboards são indispensáveis para transformar o MGM em uma alavanca previsível de crescimento.
É aqui que o apoio de uma agência de marketing especializada faz diferença. Ao integrar dados, canais e estratégias de growth, a agência ajuda a desenhar um programa que conversa com branding, performance e relacionamento ao mesmo tempo.
Cases de sucesso do MGM
O Member Get Member não é exclusividade de startups ou empresas digitais nativas. Ele funciona justamente porque se adapta a diferentes mercados, níveis de maturidade e objetivos de marketing e vendas.
Para te ajudar, separamos alguns exemplos que mostram como o MGM pode ser moldado conforme a estratégia.
Dropbox: crescimento orientado ao valor percebido
O case da Dropbox é um dos mais citados quando falamos de programa de indicação e não por acaso. A empresa oferecia mais espaço de armazenamento para quem indicava e para quem era indicado.
O ponto de genialidade aqui não foi apenas o incentivo, mas o alinhamento direto com o core do produto. O usuário não ganhava algo genérico; ele ganhava mais daquilo que já valorizava. Resultado: crescimento acelerado, baixo custo de aquisição e usuários mais engajados desde o primeiro acesso.
Aqui, o maior aprendizado foi de: quanto mais o benefício estiver conectado ao uso real do produto, maior a taxa de conversão do MGM.
Airbnb: indicação integrada à jornada
A Airbnb transformou o programa de indicação em parte natural da experiência do usuário. O convite para indicar surgia após interações positivas, como uma boa hospedagem ou uma viagem bem avaliada.
Além disso, o benefício era relevante para os dois lados: créditos para futuras reservas. O MGM, nesse caso, não era uma ação isolada de marketing, mas uma extensão da proposta de valor da marca.
Esse case mostra que o timing da indicação é tão importante quanto o incentivo. Quando o convite acontece no momento certo, a conversão tende a ser orgânica.
PayPal: escala rápida com incentivo financeiro direto
Nos primeiros anos, a PayPal apostou agressivamente em um programa de Member Get Member que oferecia crédito em dinheiro para quem indicava e para quem se cadastrava.
Essa estratégia acelerou drasticamente a aquisição de usuários em um mercado que ainda estava em fase de evangelização. O MGM reduziu o CAC, aumentou a base ativa e ajudou a consolidar o PayPal como meio de pagamento padrão em diversas plataformas.
Ou seja, em mercados emergentes, o MGM pode ser uma ferramenta de educação e adoção em larga escala.
Nubank: indicação como símbolo de exclusividade
Durante muito tempo, o Nubank utilizou um modelo de indicação baseado em convite. Mais do que um prêmio financeiro, o benefício estava no acesso a algo desejado e ainda restrito.
Isso transformou os próprios clientes em defensores da marca, gerando buzz, desejo e um forte senso de pertencimento. O crescimento veio acompanhado de posicionamento e construção de marca.
A Nubank provou que nem todo programa de indicação precisa ser monetário; status e exclusividade também convertem.
Tesla: clientes como embaixadores da inovação
A Tesla levou o Member Get Member para outro nível ao criar programas de indicação com recompensas altamente aspiracionais, como upgrades, experiências exclusivas e até produtos da marca.
Nesse caso, o MGM reforçava não só a aquisição, mas o orgulho de pertencer à comunidade. A indicação virava uma forma de expressar identidade.
Aprendizado-chave: marcas fortes usam o MGM para fortalecer relacionamento, não apenas para gerar leads.
Member Get Member como estratégia de crescimento sustentável
Em um mercado saturado de anúncios e promessas vazias, o Member Get Member se destaca por algo quase revolucionário: pessoas confiando em pessoas. Para times de growth marketing, ele representa eficiência. Para analistas, previsibilidade. Para marketing e vendas, alinhamento.
E para empresas que contam com uma agência de marketing como parceira, o MGM deixa de ser apenas um programa e passa a ser um ecossistema de crescimento orgânico, mensurável e escalável.
No fim das contas, a pergunta não é se sua empresa deveria adotar um programa de indicação. A pergunta é: quanto crescimento você está deixando na mesa ao não ativar quem já acredita na sua marca?
Se a resposta incomodar um pouco, ótimo. É sinal de que o próximo salto pode começar exatamente aí.
Na prática, estruturar um programa de Member Get Member exige mais do que uma boa ideia: pede estratégia, dados, tecnologia e integração real entre marketing e vendas. É nesse ponto que o Grupo OM atua como parceiro de crescimento, ajudando empresas a transformar indicações em aquisição qualificada, previsível e sustentável com visão de longo prazo e foco em resultado.
Preencha o formulário e fale conosco!